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Ecologia de Populações

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Ecologia de Populações!

Aquí nas páginas a seguir e sites a ser mencionados terão acesso ao material, tarefas, questionários e materiais da disciplina de Ecologia de Populações para Ciências Biológicas.
Deve acessar esse site continuamente.

Essa disciplina ainda está em evolução e terá ainda alguns problemas não previstos.  Por isso, colabore com o Professor.  O objetivo desse site é homogenizar a materia para ambas as turmas de biologia - noturna e diurna para que nenhuma das turmas fica muito diferente no conteudo, atividades e cobranças da outra.

Se você tem qualquer duvida ou sugestão ou reclamação, favor entre em contato e não deixa passar.  .

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Leituras básicas

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Para encontrar as leituras básicas e para cada semana clique aqui:

Para as tarefas e obrigações clique aqui

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O MÉTODO CIENTÍFICO

Parece que existem muito bagunça acerca do método científico. Acredito pensar que as pessoas que falam mais sobre o método científico são quines que aplicam o método menos. O método científico é o que faz o cientista na ativa, e não o que outras pessoas ou os cientistas mesmos falam. Nenhuma cientista na ativa, quando planeja um experimento no laboratório, se pergunta se ele está sendo científico, e alem disso ele não se interessa em qualquer método que ele use como método. Quando o cientista ousa criticar o trabalho de qualquer colega, o que é o geral, ele não se baseia sua crítica  dessas generalidades o considera isso como não seguir o "método científico," mas sua crítica é específica, com base em alguma característica chave da situação particular. O cientista na ativa sempre se preocupa demais com a resolução do problema e não gasta o seu tempo  nas generalidades.

O método científico é algo comentado  pelas pessoas de fora quando se questionam de como o cientista trabalhe. Essas pessoas têm a capacidade de descobrir varias generalidades aplicáveis  à o que a maioria dos problemas que o cientista analisa, mas parece que essas generalidades não são muito profundas, e possa ser antecipado por qualquer pessoa que sabem o suficiente sobre os cientistas para reconhecer o seu objetivo primário. Acho que os objetivos de todos cientistas são comuns--eles procuram a resposta correta  do problema particular avaliado. Podemos afirmar isso em linguagem mais eloqüente como a procura  da verdade. Mas, se a resposta a problema é correta então deve existir alguma maneira de reconhecer e provar que é correta--a mesma definição da verdade implica a possibilidade da  verificação. Por isso há necessidade de verificar seus resultados sempre é parte do que o cientista faz. Por isso, essa verificação precisa ser exaustiva, porque a verdade de uma proposição geral  pode não ser aprovado pelo caso excepcional solitário. A larga experiência demostra para o cientista que vários fenomenais não batem com a obtenção da resposta correta. Ele descobriu que não é suficiente confiar na palavra de seu vizinho, mas  ele precisa ter segurança, ele precisa verificar sozinho um resultado. Assim o cientista é o inimigo de autoridade. Alem disso, ele descobre que ele mesmo se erra e precisa aprender como não repte-os. Ele não pode se permitir qualquer preconceito acerca dos resultados ele obterá.  Alem disso, ele não se pode permitir ser influenciado por idéias na cabeça ou qualquer vicio pessoal. Todo isso resulta na  "objetividade" da ciência o que é  a essência do método científico.

Mas o cientista na ativa olha todo isso como mundano e óbvio. O que lhe aparece como a  essência da situação é o que não segue o curso prescrito da ação, mas  ele sente liberdade inteira para utilizar qualquer  método ou aparelho  que ele acha que a situação particular estudada parece provável resultar a resposta correta. Ao atacar o problema específico o cientista não sofre de inibição ou precedente ou autoridade, mas ele tem liberdade total para adotar qualquer ação que sua ingenuidade é capaz de sugerir. Nenhum pessoa de fora pode prever o que o cientista individual fará o qual método ele usará. Por isso, a ciência é o que fazem os cientistas,  e existem tantos métodos científicos como de cientistas individuais.

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Para entrar em contato com o professor clique aqui em popecologia@hotmail.com

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Ecologia vem do grego “oikos”  que quer dizer casa e “logos” que significa estudo, ou seja ecologia é o estudo da casa, do ambiente da casa, entendendo-se esta como o local onde os seres vivem.
    A palavra ecologia é atribuída a Haeckel, um zoólogo alemão, em 1866.

    A ecologia subdivide-se em;
    - Ecologia animal que trata da vida dos animais

    - Ecologia vegetal trata das plantas ou vegetais

    - Ecologia geral dos demais temas incluindo a vida do ser humano e sua relação com o meio.

    Dentro da ecologia geral está a ecologia social que estuda a relação do homem quanto ser social com o ambiente. Este seguimento surgiu como fenômeno social após 1970, com os estudos de preservação ambiental enfocando a relação direta homem-natureza.

    Levando em conta o estudo das relações espécie-ambiente, inter-espécies, a ecologia  divide-as ainda em:
    - Auto-ecologia : estuda a relação de uma única espécie com seu meio;

    - Dinâmica das populações: estuda a variação das diversas espécies e suas causas;

    - Sinecologia: estuda todos os seres vivos, integrados em seus ambientes.

     A ecologia é uma disciplina multidisciplinar, pois utiliza os conhecimentos de inúmeras disciplinas. Assim, o ecólogo tem que ter conhecimento multidisciplinar, deve ter conhecimentos de um generalista e utilizar os conhecimentos de especialistas.

     Ecologia moderna
     O avanço da tecnologia com suas novas descobertas obrigaram aos ecológos a ter conhecimento de uma enorme gama de áreas modernas como de engenharia genética, o que o torna um profissional que deve estar atualizado com a modernidade que atinge a ecologia atualmente.

     A ecologia trata de temas importantíssimos como: ecossistemas, cadeia energética, pirâmide alimentar, fotossíntese, competição, simbiosie, habitat, nicho ecológico, química, física, poluição, dinâmica de populações, biosfera etc.

  Bibliografia consultada e recomendada.
  CHARBONNEAU, M. et al. Enciclopédia de Ecologia. EPU: São Paulo, 1979.

  FERRI, Mário Guimarães. Ecologia e Poluição. Melhoramentos: São Paulo, 1992.

  ODUM, EUGENE P. Ecologia. Ed.Guanabara S.A. Rio de Janeiro,1988.

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H1N1 e Ecologia de Populações

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